A telemedicina veio para ficar?

Com as medidas sanitárias para isolamento social, o governo federal regulamentou a telemedicina, em caráter emergencial; será que esse modelo permanecerá sendo usado pós-pandemia?

Durante a pandemia, um tema que já vinha sendo discutido pela comunidade médica precisou ser regulamentado: a telemedicina. Afinal, para preservar a saúde e evitar a disseminação do novo coronavírus, as consultas e o acompanhamento não presencial se mostraram alternativas eficientes, que ajudam os pacientes a resolver problemas mais simples sem a necessidade de se deslocarem aos consultórios. 

No entanto, a telemedicina também despertou muitas dúvidas. Será que o atendimento é mesmo eficiente? O profissional tem condições de fazer o diagnóstico sem avaliar o paciente presencialmente? Esse modelo de atendimento continuará sendo utilizado pós-pandemia?

Para esclarecer as principais dúvidas dos consumidores, a PROTESTE conversou com o médico cardiologista Boaz Avellar Jr, que faz parte da Câmara Técnica de Informática Médica e Telemedicina do CREMERJ (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro) e está desenvolvendo um sistema de apoio à decisão médica, usando Telemedicina e Inteligência Artificial. 

“O projeto será testado em meu Doutorado. Depois do teste, a ideia é levá-lo para o mercado.   Inicialmente realizaremos Telemonitorização de Hipertensos; o sistema vai disparar alarmes para o paciente e seu médico assistente, e também para o serviço de assistência médica”, explicou.  “Os clientes serão as secretarias de saúde, os planos de saúde privados e as empresas com serviço de Medicina do Trabalho”, completou Boaz. 

Confira, a seguir, os esclarecimentos feitos por Boaz às principais dúvidas dos consumidores sobre o serviço de telemedicina.

O que é a telemedicina?

Essa prática é definida pelo exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões, e promoção de saúde.  Em linguagem mais simples, é uma forma de assistência médica que usa tecnologias como telefone celular ou computador, além de aplicativos como WhatsApp, Skype ou mesmo e-mail, para diagnosticar, orientar, prescrever medicamentos ou emitir documentos médicos. 

Ela está sendo usada em ambientes hospitalares, em situações de emergência ou não, na atenção básica à saúde e até em pesquisa científicas.

A prática é permitida por lei, no Brasil?

Sim. Em abril, foi sancionada a Lei 13.989/2020 direcionada ao combate à pandemia por Covid-19, em caráter extraordinário. Assim, a telemedicina está liberada em parte pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), enquanto durar essa situação. Fora do cenário de pandemia, ainda não há aprovação para teleconsultas.

fonte: https://minhasaude.proteste.org.br/a-telemedicina-veio-para-ficar/

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